
Após dias passando mal (certamente praga de algum botafoguense invejoso), fui tomar soro no hospital. Sabe aqueles momentos em que vc acha que nada dá para piorar, mas algo de terrível acontece?
Pois é, lá estava eu tomando soro e digesan em um braço e tirando sangue do outro (por uma enfermeira burra, que conseguiu espirrar sangue em tudo ao retirar a agulha!) quando, ao meu lado, o senhor que também estava tomando soro (em um quantidade cavalar, diga-se de passagem), começa a gemer, gemer, gemer... e a reclamar que queria cagar (que finesse!)...
Sabe aqueles acessos paranóicos que sobem de repente? Aconteceu comigo quando me vi ali, em uma salinha pequena, com uma louca me furando por todos os lados e um cara gemendo demais! Queria sair de qualquer jeito, mas ninguém deixou, pois tinha que acabar a droga do soro. Começo, então, uma contagem regressiva!!!!! A cada minuto eu avaliava o quanto faltava para o fim do martírio.
Por sorte, não demorou muito, pois colocaram em uma velocidade mais rápida que meu dvd no 8x e, apesar de ter doído bastante, o soro logo acabou. Mas não fui completamente poupada da bizarrice do meu vizinho de medicação.
Mesmo com toda a velocidade do meu soro, tive que aguentar, além dos gemidos, o ápice do dia: o cara deu um mega arroto!!!!!!
Sabe aquele arrotão sem constarngimento nenhum? Não pense que era um arroto que antecedia a um vômito (o que seria normal, já que ele estava doente).Mas não! Era um arroto pelo puro e simples prazer de arrotar!
Depois daquilo fiz tirarem o mais rápido possível aquelas agulhas de mim e saí correndo da salinha. Afinal, após o arroto, certamente o cara ia achar que já tinha intimidade suficiente para dar tb peido giga, né? Tendo em vista o tamanho da barriga do cara, devia ter um grande potencial para isso. Não queria ficar lá para esperar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário